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Título: Incidência do vírus do Mosqueado Plumoso em coleção de batata-doce e cultura de Meristema para obtenção de clones sadios
Autor: Marques, Josélia Oliveira
Pio-Ribeiro, Gilvan
Cabral, José Barbosa
Hollou-Kido, Laureen Michelle
Palavras-chave: Batata-doce;Batata-doce - Doenças e pragas
Data do documento: 1997
Citação: MARQUES, Josélia Oliveira et al. Incidência do vírus do Mosqueado Plumoso em coleção de batata-doce e cultura de Meristema para obtenção de clones sadios. Cadernos Ômega, Recife, n. 10, p. 64-69, 1997.
Abstract: Cultivares de batata-doce (Ipomoea batatas (L.) Lam.) da coleção de germoplasma da Empresa Pernambuca de Pesquisa Agropecuária foram indexadas através de enxertía em I. setosa Ker. e pelo teste "direct antigen coating enzyme-linked immunosorbent assay" (DAC-ELISA), utilizando anti-soro contra o vírus do mosqueado plumoso da batata-doce (SPFMV). Os resultados revelaram que 31 das 33 cultivares indexadas estavam infectadas pelo SPFMV. Visando a obtenção de clones sadios deste material, meristemas com 0,2 a 0,3mm, foram cultivados em um meio de cultura base (M1), contendo os sais de MS, suplementados com tiamina (2,0mg/l), mio-inositol (100mg/l), BAP (1,0mg/l), ANA (0,01 mg/l), GA3 (0,1 mg/l), PVP 40 (40mg/l) e sacarose (30g/l). Na tentativa de se alcançar um melhor desenvolvimento dos meristemas "in vitro" foi testado, em 10 cultivares, o acréscimo ao meio base de 100mg/l de arginina em combinação com 20 ou 60mg/l de putrescina (meios M2 e M3, respectivamente). Avaliações feitas durante 34 dias de cultivo, analisadas pelo teste de Tukey, indicaram que a adição destas substâncias não diminuiu a formação de calos, nem melhorou a regeneração de plântulas, sendo ainda, na concetraçâo elevada (M3), inibitória ao crescimento da parte aérea. O material regenerado "In vitro" foi indexado pelos testes DAC-ELISA e enxertía em l. setosa, observando-se reação negativa em 60,32% dos clones testados. Pela cultura de meristemas foi possível obter clones sadios das cultivares Angico, Balão Roxo, BR 05, Branca da Serra, Branca de Talo Roxo, CO Branca, CO Copinha, CR 06, Olho de Urubu, Paulistinha, Rainha, Rainha de Penedo, Rainha da Praia, São Paulo e Talo Roxo.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/642
Aparece nas coleções:n.10, 1997

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